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GRESP vai lançar três prémios de investigação

Em 2016

Na sessão de encerramento das 3ªs Jornadas, o coordenador do GRESP, Rui Costa, avançou que este grupo de estudos da APMGF vai lançar, este ano, três prémios de investigação. O primeiro resulta de uma parceria GRESP/APMGF/TEVA e visa premiar o melhor trabalho de investigação realizado, no âmbito dos cuidados de saúde primários, na área das doenças respiratórias. O vencedor do concurso, que irá decorrer entre fevereiro e maio próximos, terá acesso à viagem, estadia e inscrição no congresso da European Respiratory Society, que se vai celebrar em Londres, entre 3 e 7 de setembro.

Ainda de acordo com Rui Costa, o GRESP irá lançar mais dois prémios em 2016, no domínio da DPOC, em parceria com a AstraZeneca, e na área da asma, em colaboração com a GSK. O objetivo, segundo o coordenador do GRESP, “é incentivar a investigação, para termos um melhor conhecimento da nossa realidade e podermos, assim, implementar estratégias de melhoria dos cuidados na área respiratória”.

No decurso da sessão de encerramento, o presidente eleito do International Primary Care Respiratory Group (IPCRG), Jaime Correia de Sousa, aproveitou o momento para divulgar a realização no nosso país, em 2018, da 9ª Conferência Mundial do IPCRG. O evento vai ter lugar, entre 30 de maio e 2 de junho de 2018, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.


    


Na ocasião, o presidente da APMGF, Rui Nogueira, destacou o trabalho realizado pelo GRESP, enquanto Grupo de Estudos da Associação. “Defendemos a formação dos médicos de família, o desenvolvimento do conhecimento e a evolução da nossa especialidade e, na área das doenças respiratórias, há ainda um grande trabalho por fazer”, afirmou. Com grande prevalência na sociedade portuguesa, as doenças respiratórias, na sequência do envelhecimento populacional, “sê-lo-ão ainda mais”, antecipou, agradecendo vivamente à equipa liderada por Rui Costa o excelente trabalho desenvolvido nesta área. “O GRESP é a nossa bandeira nos Grupos de Estudos”, afirmou.

Rui Nogueira sublinhou ainda o empenho da APMGF no aprofundamento das relações e parcerias com sociedades nacionais e internacionais afins, nomeadamente a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, o IPCRG e a Sociedad de Respiratorio en Atención Primaria (GRAP), representadas na sessão de encerramento por Paula Pinto, João Fonseca, Jaime Correia de Sousa e Enrique Mascarós Balaguer, respetivamente.

A finalizar as 3ªs Jornadas, Luís Alves anunciou os vencedores do prémio atribuído pelo GRESP à melhor comunicação livre. “A escolha não foi fácil”, afirmou o médico de família, tendo o júri acabado por decidir atribuir, além do primeiro prémio, três menções honrosas aos Relatos de Caso sobre “Quando a asma é difícil de controlar” (da autoria de Diana Roda, Carla Sofia Loureiro Lemos e José António Pinheiro), “Abordagem do utente que telefona com queixas de dificuldade respiratória” (Joana Pinto, Andreia Esteves e Paula Silva) e ainda ao Protocolo de Investigação “Utilidade de uma versão portuguesa dos questionários STOP-BAN e ARES no rastreio de síndrome de apneia obstrutiva do sono (Joana Vale e Lília Andrade).

O prémio de Melhor Trabalho de Revisão foi atribuído à investigação realizada por Francisco Nogueira sobre “Subdiagnóstico da DPOC e novas tecnologias: podem os mini-espirómetros ajudar?”.

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