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Liliana Laranjo conclui provas com tese sobre cuidados centrados na pessoa

Novo doutoramento na MGF:

A Medicina Geral e Familiar (MGF) portuguesa tem mais um doutorado nas suas hostes, no caso Liliana Laranjo, que hoje (14 de Outubro de 2015) concluiu com sucesso as provas de doutoramento na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), defendendo a tese “Person-centered care and health information technology in Portugal – Implications for chronic care and health quality improvement”.

Liliana Laranjo é atualmente postdoctoral research fellow no Australian Institute of Health Innovation/Centre for Health Informatics (Macquarie University), Austrália, país onde deverá, por ora, continuar a sua carreira. Num passado recente, desempenhou funções clínicas como médica de família durante um breve período na Unidade de Saúde Familiar Villa Longa e foi investigadora na Escola Nacional de Saúde Pública.

Nas provas de doutoramento esteve perante um júri composto por eminentes personalidades da nossa comunidade clínica e da especialidade de MGF, presidido pelo Prof. José Luis Bliebernicht Ducla Soares e no qual marcaram presença a Prof.ª Isabel do Carmo, a Prof.ª Maria do Céu Machado, o Prof. Luís Rebelo, o Prof. Jorge Torgal, o Prof. Carlos Martins, o Prof. André Biscaia e o Prof. Armando Brito de Sá (orientador da tese).

De acordo com Liliana Laranjo, esta tese englobou sete artigos, quatro deles direcionados para temáticas ligadas às tecnologias da informação e comunicação (TIC) na saúde e três para a participação ativa do doente nos cuidados de saúde. “O foco do meu trabalho de doutoramento foram os cuidados centrados na pessoa, de como podemos mover o sistema de saúde numa direção que lhe permita estar mais focado nas pessoas e não tanto nas doenças. Há volta desse tema, abordei outros também significativos, nomeadamente as TIC e como estas podem ajudar a promover o «centro na pessoa», a importância de ter cuidados centrados na pessoa no âmbito da gestão da doença crónica – cujo impacto no sistema de saúde é grande – e a melhoria da qualidade na saúde”, explica Liliana Laranjo, para quem um regresso a Portugal a médio prazo, com vista ao exercício de atividade clínica e/ou investigacional, não está colocado de parte.

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