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APMGF e SPMI divulgam memorando de entendimento com medidas concretas

Gestão da doença aguda

A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) formaram um grupo de estudo conjunto para a gestão do doente agudo em Portugal, do qual já nasceu um memorando de entendimento com sete recomendações concretas. Entre as medidas preconizadas estão, por exemplo, o redimensionamento da lista dos médicos de família, com vista a permitir que estes possam ter mais tempo para se dedicar ao atendimento do doente agudo.

Outras ideias consensualizadas entre os 12 peritos das duas sociedades (seis especialistas de Medicina Geral e Familiar e seis de Medicina Interna) englobam a criação de centros específicos para casos sociais difíceis, a promoção de campanhas públicas educativas que promovam o uso racional dos recursos de saúde, a dotação das unidades funcionais dos cuidados de saúde primários (CSP) com meios para uma resposta adequada à doença aguda, a definição de soluções alternativas aos serviços de urgência (SU), “como hospitais de dia de horário alargado para as exacerbações das doenças crónicas, consultas abertas sem agendamento e Centros de Diagnóstico Rápido”, a reestruturação do modelo de financiamento dos hospitais com privilégio para os valores de pagamento “atribuídos aos doentes graves (vermelhos, laranjas e amarelos na triagem de Manchester) e reduzidos os pagamentos aos azuis e verdes, de forma a incentivar uma eficiente gestão de recursos” e uma melhor articulação entre os centros de saúde e hospitais da mesma região.

Consulte o memorando de entendimento desenvolvido pela APMGF e SPMI.

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