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As regras respeitantes à idoneidade formativa vão mudar e é preciso interiorizá-las

«Conversas com o Colégio» no 36º EN:

O Colégio de Medicina Geral e Familiar (MGF) da Ordem dos Médicos (OM) mantém um espaço fixo no Encontro Nacional, através do qual todos os anos se procura perceber como está a evoluir a especialidade, em matérias como a formação pós-graduada e contínua, a investigação ou o desenvolvimento de novas competências por parte do médico de família. Este espaço, conhecido pela designação «Conversas com o Colégio», será em 2019 dedicado à problemática da idoneidade formativa e à consolidação de um novo paradigma que se pretende implementar no país.

A sessão organiza-se em torno de duas exposições e duas reflexões criticas, chamando a assistência a intervir com críticas e sugestões.

Joana Monteiro, médica da USF Odisseia e membro da direção da Associação dos Docentes e Orientadores de Medicina Geral e Familiar (ADSO), irá explicar o novo quadro de competências do perfil profissional que o programa de internato deve permitir alcançar, enquanto Isabel Santos (docente da NOVA Medical School e presidente do Colégio de MGF) apresentará o novo modelo de avaliação de idoneidades, alicerçado em indicadores direcionados aos diferentes componentes do processo formativo. Por seu turno, Ana Ferrão – MF na USF Marginal e membro da equipa de apoio ao Coordenador Nacional

para a Reforma dos Cuidados de Saúde Primários – refletirá sobre a aplicabilidade dos indicadores respeitantes ao desenvolvimento e aplicação do programa e avaliação nas unidades, enquanto Alexandra Fernandes (médica e orientadora de formação na USF Fernão Ferro Mais) focará a sua intervenção em aspetos da idoneidade que se relacionam com a organização e funcionamento do Internato.

“As minhas expectativas são de que possamos ter um debate alargado sobre o modelo sistémico agora proposto e sobre os indicadores de idoneidades respeitantes a três áreas: organização e funcionamento do Internato, orientação e planeamento da formação e desenvolvimento e aplicação do programa e avaliação. O que se pede agora é bem mais exigente do que se pedia anteriormente. A minha esperança é que esta sessão marque uma mudança no entendimento do que deve ser uma avaliação com a finalidade de certificar uma unidade de prática como unidade formativa”, declara Isabel Santos.



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