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Mais de 90 vagas de MGF ficam por preencher

1ª fase do concurso para colocação de recém-especialistas

Um total de 93 vagas
destinadas à Medicina Geral Familiar na 1º fase do concurso de
colocação de recém-especialistas nos estabelecimentos do Serviço
Nacional de Saúde (SNS) ficaram por preencher. Assim, de entre as
398 vagas colocadas a concurso, foram preenchidas 305. Já para o
universo global de 1264 postos de trabalho disponíveis em todas as
especialidades médicas, foram preenchidas 909 vagas, o que
corresponde a uma taxa de ocupação superior a 75%, de acordo com a
Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

Em nota publicada na
sua página oficial, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) já
considera que o resultado deste concurso reflete a pouca atratividade
do SNS para os jovens profissionais: “apesar dos inúmeros alertas
do SIM, o Governo persiste em não tomar qualquer medida que torne o
SNS atrativo face ao setor privado e aos restantes países onde os
médicos portugueses são bem recebidos. A degradação das condições
de trabalho justifica em grande medida a baixa atratividade do SNS
face ao setor privado. Note-se, por exemplo, que o Ministério da
Saúde recusa negociar para os médicos do SNS as mesmas condições
de trabalho acordadas entre os sindicatos médicos e os grupos
privados que gerem hospitais em regime de PPP”.




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