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Ordens profissionais alertam primeiro-ministro para consequências da falta de proteção individual

Os bastonários das Ordens dos Médicos, Farmacêuticos e enfermeuiros (Miguel Guimarães, Ana Paula Martins e Ana Rita Cavaco) enviaram uma carta aberta ao primeiro ministro na qual descrevem os “milhares de relatos de situações muito difíceis que os nossos profissionais de saúde estão a enfrentar no terreno sem estar devidamente acautelada a proteção das suas próprias vidas, dos seus familiares e dos seus doentes”. Os dirigentes avisam António Costa de que quando for atingido o pico da pandemia não existirá nos nossos hospitais e centros de saúde “um número de profissionais de saúde suficiente, em virtude de terem adoecido. Neste momento são várias as falhas de segurança, faltando desde máscaras, a luvas, fatos de proteção e desinfetantes alcoólicos, o que é extensível à rede de farmácias”. Leia a carta aberta na íntegra.

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