Jornadas do GRESP garantem atualização em doenças respiratórias de grande qualidade

No encerramento da sexta edição das Jornadas do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF confirmou-se a mais valia do evento ao nível da atualização e formação em doenças respiratórias, quer através da entrega de prémios aos melhores trabalhos apresentados, quer da divulgação dos números associados à iniciativa. “Tínhamos inicialmente a expectativa de superar o total de participantes registado nas últimas jornadas (acima das 600 pessoas), dado o esforço que realizámos com a organização destas jornadas. Tal não aconteceu, devido a todas as mudanças a que iniciativa foi sujeita, mas ainda assim atingimos 480 inscrições e durante os dois dias de trabalhos contámos com 318 logins de formandos”, salientou Eurico Silva, membro das Comissões Cientifica e Organizadora das Jornadas do GRESP. Isto apesar de as jornadas terem sido forçadas a mudar de datas (após a vaga inicial da pandemia) e de formato (passando a um modelo integralmente on-line, devido à recente entrada em vigor do estado de contingência).

Para Rui Nogueira, presidente da APMGF, o sucesso da iniciativa mostra que é possível fazer boa atualização científica e clínica, mesmo numa altura tão delicada como a que vivemos no presente: “este formato digital de formação é muito útil. Os médicos de família têm necessidade de se dedicarem à sua formação e estes momentos, com as adaptações que foi imperioso realizar e que mereceram a compreensão de todos, são absolutamente necessários”.

O dirigente realçou, ainda, o papel dos internos e dos jovens médicos de família nas jornadas, aqueles que muitas vezes se revelam como os mais enérgicos e interessados entre os organizadores, bem como a vitalidade do GRESP: “devo felicitar todos os colegas que fazem parte do GRESP, um grupo de estudos muito ativo, que dá um excelente exemplo do que deve ser o nosso contributo na formação médica. Penso que o GRESP pode até funcionar como um exemplo, que o devemos promover numa lógica de benchmarking para que outros grupos de estudos façam o seu caminho”.

No encerramento foram também entregues os prémios para os melhores trabalhos apresentados na iniciativa. O 1º Prémio de Comunicação Oral foi atribuído ao trabalho de investigação «Pneumonia Adquirida na Comunidade: A Importância da Vacina Anti-Pneumocócica nos Idosos», da autoria de Susana do Carmo Pereira Silva. Já o 2º Prémio de Comunicação Oral distinguiu o trabalho apresentado na área de temática de caso clínico «Um caso atípico de asma de difícil controlo», de Ana Filipa Silva Paraíso, Patrícia Martins, Marta Tendais Almeida e Ana Figueiredo.

 

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