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Organizações médicas exigem vacinação imediata dos profissionais infetados

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM), o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Ordem dos Médicos (OM) expressam em comunicado enviado às redações a sua grande preocupação pelo facto de a norma da Direção-Geral da Saúde que determina as regras da campanha de vacinação contra a COVID-19 não ter sofrido alterações que permitam vacinar os profissionais de saúde que já foram infetados. “A evidência científica existente demonstra que a imunidade de quem já teve COVID-19 não se perpetua no tempo, sendo importante garantir rapidamente a imunização dos grupos mais expostos e de maior risco, mesmo que já infetados previamente com o SARS-CoV-2”, pode ler-se no comunicado conjunto.

As três entidades recordam que “os médicos e os outros profissionais de saúde têm assumido todas as linhas da frente, mesmo perante situações de grande fragilidade, colocando a sua própria vida em risco para salvar outras vidas”. Assim, não aceitam que “existindo vacinas seguras, a Senhora Ministra opte por colocar estes profissionais de saúde em risco, num limbo por período indeterminado. É uma postura que consideramos técnica e eticamente reprovável”.

 

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