Prepara-te para o futuro da Medicina no próximo Encontro Nacional com a sessão «Inteligência artificial e aplicações na prática clínica»!

A 5 de abril o 41º Encontro Nacional da APMGF oferece-lhe a possibilidade de participar numa sessão dedicada a um dos temas mais fascinantes: a inteligência artificial (IA). Mas afinal o que é a IA? Já existe no nosso presente? Como se aplica na prática clínica? Que relação com os cuidados de saúde primários? Como será o futuro da IA? A IA irá promover o acesso à saúde? Existem riscos?

Estas e outras perguntas serão abordadas numa mesa moderada por Luís Monteiro (membro da Direção Nacional da APMGF, docente da Universidade de Aveiro e especialista em MGF na ULS da Região Aveiro) e que terá como oradores Daniel Beirão (FMUP) e Alexandra Neves (Microsoft).

Na perspetiva de Daniel Beirão “a adoção da IA na Medicina representa um horizonte promissor para a melhoria da prestação de cuidados de saúde, sendo fundamental que os médicos de família se familiarizem com os seus princípios e aplicações práticas. É imperativo debater este tema para desvendar como a IA pode auxiliar na redução da carga de trabalho e no gestão da prática clínica diária. Será abordada na sessão a importância de estar atualizado com as inovações em IA, abordando exemplos práticos de como esta pode transformar na experiência de saúde, assegurando que permaneçamos na vanguarda da medicina moderna”.

Alexandra Neves acrescenta que “a inteligência artificial está a revolucionar o mundo em que vivemos e a desempenhar um papel cada vez mais importante no setor da saúde, transformando a forma como os diagnósticos são feitos, os tratamentos personalizados e os cuidados de saúde prestados. Um exemplo da inovação no setor da saúde é a telemedicina, facilitando consultas remotas, monitorizando pacientes e facilitando o acesso a cuidados médicos em áreas remotas ou com recursos limitados contribui para uma saúde mais acessível e inclusiva”.

Para a representante da Microsoft, a IA analisa por outro lado “enormes conjuntos de dados clínicos e genéticos para identificar padrões e correlações complexas, o que permite a criação de terapias customizadas para cada paciente, otimizando a eficácia dos tratamentos, reduzindo efeitos colaterais e melhorando a experiência do paciente”. Assim sendo, “o uso ético e responsável da IA na saúde é essencial para garantir que seus benefícios sejam maximizados e que preocupações relacionadas à privacidade e qualidade dos cuidados de saúde sejam abordadas de forma eficaz.

Concluindo, esta sessão abordará de forma interactiva e rigorosa um dos temas mais mediáticos e com potencial de impacto na nossa prática clínica.

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