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Melhorar e agilizar a relação entre MGF e Segurança Social é desígnio do presente e do futuro

Sessão imperdível do 41º Encontro Nacional da APMGF será a que se propõe debater «A relação entre a Medicina Geral e Familiar e a Segurança Social: Atualidade e possíveis melhorias». A realizar na tarde do dia 4 de abril, contará com moderação de Carlos Mestre (especialista em MGF na USF Cartaxo Terra Viva e membro da Direção Nacional da APMGF) e as participações de Inês Rosendo (especialista em MGF na USF Coimbra Centro e membro do Grupo de Estudos em Diabetologia da APMGF) e Daniel Beirão, especialista em MGF, coordenador médico adjunto da Segurança Social do Porto, membro do Conselho Médico Nacional da Segurança Social e presidente do Colégio da Competência em Peritagem Médica da Segurança Social da Ordem dos Médicos.

Esta sessão pretende focar-se na discussão da relação entre a Medicina Geral e Familiar (MGF) e a Segurança Social, de forma global e das várias burocracias associadas, fazer uma avaliação da situação atual tendo em conta as recentes alterações, as possíveis melhorias do ponto de vista do médico de família baseadas no livro “Um Novo Futuro para a Medicina Geral e Familiar” da APMGF e a utilização otimizada das ferramentas digitais.

Os CSP encontram-se, presentemente, sobrecarregados com processos burocráticos frequentemente duplicados ou desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo à atividade assistencial. É necessário que os processos sejam simplificados e agilizados, reduzindo as redundâncias, com a definição clara dentro do sistema de saúde a quem compete cada tarefa e criar canais de comunicação bidirecionais entre os vários intervenientes.

“A interação entre a Segurança Social e a MGF é crucial no dia a dia, especialmente na emissão de relatórios que protegem socialmente os mais vulneráveis em momentos de doença. Na nossa sessão, exploraremos a peritagem médica na Segurança Social, identificando os pontos de contacto essenciais com o setor da saúde, e discutiremos as recentes atualizações legislativas que afetam diretamente esta relação. Este debate é fundamental para melhorarmos a assistência aos nossos doentes/utentes/beneficiários no contexto holístico característico da especialidade de MGF”, avança Daniel Beirão.

 

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